Seguindo “planeta sustentável”
Repassando,
Por André Azevedo
Navegando pelo site Planeta sustentável da Abril.com, encontrei uma maravilhosa matéria com dicas simples para que possamos, desde já, entender por que é tão importante valorizarmos, o que eles chamam de: três “erres”: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.
Nesta matéria, o site aconselha que essa informação, esse pequena dica de sustentabilidade, sejá passada adiante. Leiam a metéira, vocês iram adorar e passar a acompanhar esses “guias”.
O que você Precisa Saber para Fazer um Planeta Melhor
… Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis.
Água Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.
Energia elétrica O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.
Combustíveis A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina …
Tenha acesso a toda a cartilha com 50 dicas no site Planeta Sustentável da Abril.com
http://planetasustentavel.abril.com.br/cartilha/ , no link localizado a direita do seu vídeo, descrito por: Como Ler Este Manual.
Boa leitura e lembre-se, repasse estas informações.
Planeta Sustentável diz:
O Futuro é agente quem faz – EuVimarketing apoia essa idéia.
Abrçs.
André Azevedo.
II Mostra de Responsabilidade Socioambiental
De 13 a 15 de agosto.
O evento acontecerá no pavilhão da bienal, em São Paulo, visando estreitar a interação entre empresas, universidades, orgãos públicos, orgãos não governamentais e veículos de comunicação, referenciando-se a sustentabilidade socioambiental.
Palestras, debates e cases sobre investimentos sociais e parcerias; Exposições de projetos realizados e de novas propostas. dentre outras iniciativas.
II Mostra de Responsabilidade Socioambiental
Paavilhão da bienal, Parque Ibirapuera, SP.
Fonte; http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/eventos/conteudo_293571.shtml
Érica Georgino
Planeta Sustentável – 06/08/2008
Ao “mundo do marketing”
Prezado Thiago.
Concordo quando diz que a insatisfação se torna cada vez mais visível em atendimentos call center’s.
Mas por que será que as empresas não se importam com a qualidade funcional, para que sua base de informações seja única e coerente?
Desfazer dos profissionais somente não basta. É preciso também analisar qual tipo de investimento que as organizações atuantes nesse mercado realizam para estimular o seu escopo funcional. Quais iniciativas de endomarketing? Quais estímulos e prospectos de crescimento são fornecidos para os mesmos? Com qual transparência e reconhecimento os resultados positivos dos mesmos são valorizados?
Dessa forma, sem nenhum tipo de valorização para essa categoria, fica fácil; indicar o erro para o representante é o que a maioria destas prestadoras de serviços de call center’s faz; aponta o Representante como o “vilão”, tornando seu turnover cada vez mais freqüente.
E o serviço da própria, que realmente não condiz com o que foi prometido ao cliente? Será que isso também não se torna um ofensor? Será que URA’s mal elaboradas e sem suporte também não influencia para a insatisfação? Será que a falta de flexibilidade e profissionalismo dos seus ditos “gestores”, também não conta?
Preocupo-me muito com esses aspectos que não visados pela mídia caro thiago.
É de grande valia lembrar para eles, que eles também possuem clientes internos! E esses são, em seu organograma, aqueles que podem fazer a diferença. Mas para isso, precisam de respaldo, que a empresa (produto) cumpra com o que realmente foi colocado nas mãos do consumidor final; que os incentivos, capacitação e estímulos sejam verdadeiros, e não fachadas para mecanismos de “mídia pré-determinada”, “pré-acordada”.
Parabéns pelo seu artigo. Acompanho sempre o mundo do marketing e aprecio os valores e trabalho de vocês.
Atenciosamente,
André Azevedo.
